Frases que dizem muito...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
HISTÓRIAS DO FUTEBOL: O incrível exemplo do Panyee FC
sexta-feira, 25 de março de 2011
DIÁRIO DE OBSERVADOR: Um jogo que me incomodou...
sexta-feira, 11 de março de 2011
CULTURA DESPORTIVA: Lech Poznań
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
CULTURA DESPORTIVA: Sevilla Fútbol Club
Observei um pouco o treino da equipa de juvenis enquanto trocava algumas ideias sobre a forma como eles organizavam as suas equipas técnicas, como estavam a tentar modificar um pouco a sua metodologia de treino.
Procurei saber mais sobre a escola de futebol António Puerta (atleta do clube que faleceu) que funciona nas instalações do clube mas com total autonomia, recolhi informações sobre como faziam o recrutamento para as suas equipas, quais os clubes da Andaluzia e de Espanha que melhor estão a trabalhar na formação, ou seja, recolhi o maior número de informação possível.
Posteriormente voltei para o centro da cidade e para o estádio Ramón Sánchez Pizjuan onde conversei com algumas pessoas interessantes, uma delas o técnico da equipa de infantis do Sevilha que também é responsável por uma escola de futebol que funciona num colégio particular. Foi curiosa a conversa, devido ao torneio “Mundialito”, tem algumas recordações de equipas, jogadores e técnicos portugueses.
Por último assisti ao jogo Sevilla vs FC Porto. Gravei um filme que me fez criar esta nova categoria, “Cultura Desportiva”. É isto que o vídeo retrata!
DIÁRIO DE TREINADOR: Texto em jeito de desabafo...
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
ENTREVISTAS: Xavi Hernandez
Voltando ao tema, cada vez mais sou da opinião que é fundamental criar a tal filosofia de clube. Para reforçar esta ideia vou aproveitar a entrevista de um dos melhores jogadores do mundo, Xavi Hernandez.
O Barcelona é a equipa de referência para o Mundo neste momento, e Xavi diz que é bom que assim seja. Por uma questão de princípio. "É bom que o ponto de referência para o futebol mundial seja o Barcelona, ou seja a Espanha. Não só porque é nosso, mas por causa do que é. Porque é futebol de ataque, não é especulativo, não espera", refere.
O médio do Barcelona explica que isso começa desde cedo, em "La Masia". "Algumas academias de formação preocupam-se em ganhar, nós preocupamo-nos com a educação. Vemos um miúdo que levanta a cabeça, passa à primeira e pensamos: 'Sim, vai dar'. O nosso modelo foi imposto pelo Cruijff. É o modelo do Ajax. Anda tudo à volta de meiinhos. Rondo, rondo, rondo. Sempre, todos os dias. É o melhor exercício que há. Aprendemos a ser responsáveis e a não perder a bola. Se perdermos a bola vamos para o meio. Pum-pum-pum-pum, sempre um toque. Se vamos para o meio é humilhante, os outros riem-se de nós."
Xavi descreve a sua forma de jogar, "O que faço é procurar espaços. A toda a hora. Estou sempre à procura. A toda a hora, a toda a hora. Aqui? Não. Ali? Não. As pessoas que não jogaram nem sempre percebem como é difícil. Espaço, espaço, espaço. É como na PlayStation. Penso merda, o defesa está aqui, jogo para ali. Vejo o espaço e passo."
Sendo esta uma ideia de jogo assimilada pelos vários companheiros torna tudo mais fácil, diz Xavi. Que revela ainda, "Há tantas opções de passe. Às vezes, até penso para comigo: o não-sei-quem vai ficar aborrecido porque fiz três passes e ainda não lhe dei a bola. É melhor dá-la ao Dani Alves, porque ele já subiu pela ala três vezes. Quando o Messi não está envolvido, é como se ficasse aborrecido... e então o próximo passe é para ele."
Naturalmente, "O sucesso validou a nossa abordagem". "Fico feliz, de um ponto de vista egoísta, porque há seis anos eu estava extinto; os jogadores como eu estavam em vias de extinção. Resumia-se a jogadores de dois metros, força, no meio, derrubes, segundas bolas, ressaltos..."
"Sou um romântico. Gosto que o talento, a habilidade técnica, sejam valorizados sobre a condição física", admite. E recorda o duelo da época passada com o Inter de José Mourinho: "O resultado é um impostor. Podemos fazer as coisas muito bem - no ano passado fomos melhores que o Inter -, mas não ganhamos. Há algo maior que o resultado, mais duradouro. Um legado. O Inter ganhou a Liga dos Campeões, mas ninguém fala deles."
Xavi admite, no entanto, que o Barcelona precisa de resultados. "Se estivermos dois anos sem ganhar tem de mudar” mas conclui com a ideia fundamental, "Mas mudam os nomes, não a identidade."
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
DIÁRIO DE OBSERVADOR: Atitudes diferentes...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
DIÁRIO DE OBSERVADOR: Uma ideia original...
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
CRÓNICA SEMANAL - Será que Mourinho olha para a cantera?
quinta-feira, 29 de julho de 2010
PENSAR FUTEBOL: Criar uma filosofia
sexta-feira, 23 de julho de 2010
PENSAR FUTEBOL: Treinadores distintos, visões semelhantes...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
ENTREVISTAS: Pep Guardiola, simplicidade e honestidade...
segunda-feira, 19 de julho de 2010
PENSAR FUTEBOL: Análise ao futebol actual
Decorria o ano de 1991 e na equipa do Estrela Vermelha encontrávamos jogadores como Prosinecki, Savicevic, Pancev, Mihajlovic o Jugovic. Nesse ano conseguiriam “chocar” meia Europa sangrando-se campeões europeus no estádio olímpico de Marselha vencendo nas grandes penalidades o Bayern Munique. Mas o que retive do texto que li sobre este dia foi o que disse o treinador, Ljupko Petrovic, na palestra à sua equipa: “divirtam-se”
Nos últimos anos a figura do treinador encontrou a sua dimensão máxima, lógicamente sempre foi importante mas mantinha-se na “sombra” dos seus jogadores, esses sim os verdeiros protagonistas. Veja-se o caso actual mas mediático, José Mourinho. Agora uma equipa parece-se mais com a ideia do seu treinador que com as características individuais dos seus atletas. Mais uma vez recorro ao treinador português, veja-se a maneira como jogou Samuel Eto´o este ano, tácticamente muito disciplinado, mas provávelmente menos “espetacular” no verdadeiro sentido da palavra.sexta-feira, 16 de julho de 2010
HISTÓRIAS DO FUTEBOL: Valentí Guardiola
sábado, 10 de julho de 2010
DIÁRIO DE OBSERVADOR: A final que muitos desejavam ver...
P.S. - Será que esta imagem tem alguma relação com o jogo de amanhã?
terça-feira, 15 de junho de 2010
DIÁRIO DE TREINADOR: Últimos / Primeiros dias
Confesso que esta fase da época e para mim difícil de designar. São os últimos dias? Talvez, acabaram os jogos oficiais resta algumas participações em torneios… Por outro lado já estamos na primeira fase de captação de atletas para a próxima época, será que assim devemos designar que estamos nos primeiros dias?! Não sei!
O que sei e que gosto desta fase. Escolher atletas que melhor se enquadram na forma que quero que a minha equipa jogue, pensar na evolução do modelo de jogo, verificar quais vão ser os maiores desafios tanto colectivos (equipa) como individuais (jogadores), acreditem que mesmo com o cansaço mental e físico de uma época deixa-me super motivado.
Para além de treinador de uma equipa de sub-11, tenho outros projectos que quero continuar a desenvolver, espero ter disponibilidade e liberdade para o fazer, há ainda outros que irei iniciar e que como tudo o que me proponho a fazer darei o meu melhor. Ainda assim confesso que me falta algo, precisava de um desafio novo, algo de diferente do que tenho e que exija ainda mais de mim e dessa forma que encaro aquilo que faço…
Este ano estive afastado deste blogue, também isso gostava de mudar, mas tem sido complicado arranjar forma de vir aqui escrever…
Vamos ver como corre este fim/inicio de mais um ano…
quarta-feira, 26 de maio de 2010
DIÁRIO DE TREINADOR: Relação treinador-atleta
domingo, 9 de agosto de 2009
PENSAR FUTEBOL: Os "especialistas"
Infelizmente continuamos a ouvir falar em conceitos ultrapassados, continuam a dar destaque a "peladinhas" (indiferenciadas) a às "cargas físicas" e suas consequências. Tal abordagem é, na minha opinião errada, primeiro porque são cada vez mais (felizmente) as equipas que agrupam as componentes a desenvolver (física, técnica, tática ou psicológica) e onde o treinador começa a preocupar-se desde o primeiro dia com os comportamentos (os princípios) que darão identidade à sua equipa (modelo de jogo); segundo também já se começa a perceber que não é uma pré-época com "cargas físicas" que garante toda uma época a um nível máximo de rendimento dos atletas.
Uma coisa que achei engraçada foi uma analise de um comentador, que pensa que é um especialista em tudo e mais alguma coisa, a falar em "nova atitude", a necessidade de "pôr os jogadores a correr" ou de "construir a equipa de trás para a frente". Será que ele julga que é com as conversas no balneário, os gritos durante os jogos, que se ganham jogos? Pois eu aposto que não. Só há uma maneira de jogar melhor e ganhar jogos, treinar, mas sobretudo treinar bem, o que não é igual a treinar muito…
Atenção, não estou a dizer que as conversas são escusadas, têm a sua importância claro, mas que não são o factor principal isso garanto…
Também é engraçado que antes se criticava tudo o que eram novos termos utilizados por treinadores, agora passam as suas análises a falar em transições, pressing, etc. …
Aproveitando um dos chavões desta altura, há aí alguns comentadores já em excelente forma para esta altura do ano…
sexta-feira, 10 de julho de 2009
DIÁRIO DE OBSERVADOR: Boa formação ou uma boa prospecção?
Numa das minhas pesquisas encontrei uma entrevista de Hugo Vicente, director da "Coerver Coaching" Portugal, onde ele disse algo que retive, “ fala-se muito de formação em Portugal, mas questiono se há realmente formação ou se ela resulta de uma boa prospecção, porque é mais comum os clubes recolherem talentos noutros locais".
Esta frase tem muito de verdade. Embora eu ache que uma “boa prospecção” é fundamental para qualquer clube, a ênfase deve ser dada ao desenvolvimento dos nossos atletas. Infelizmente penso que esta doutrina não é seguida por muitos clubes, onde o principal objectivo é, no final de cada época, conseguir recrutar o maior número de atletas a outros clubes que durante o ano se preocuparam em desenvolver esses jogadores.
Há clubes que no final de cada época dispensam mais de metade dos seus jogadores, recrutando outros para o seu lugar. Na minha opinião fazem bem, se esses atletas têm mais qualidade, claro que devemos ficar com eles. Agora, algo tem de estar muito mal quando isso acontece. Ou trabalho nesse clube não está a ser feito da melhor forma, ou então há outros clubes que estão a trabalhar melhor. Assim, temos de rever a nossa metodologia e perceber se as pessoas que temos a trabalhar connosco são as melhores.
Nestes casos, é ridículo dizer que, o nosso clube tem uma boa formação, tentando passar uma imagem diferente. Mas o que mais me preocupa é que esta ilusão muitas vezes resulta.
Como estamos numa altura onde muitos jovens são abordados por clubes, outros que são dispensados e ainda que procuram outras possibilidades o meu conselho é, procurem informar-se sobre o que realmente se passa, com toda a certeza terão pessoas que vos podem indicar e ajudar a optar da melhor maneira…
terça-feira, 30 de junho de 2009
DIÁRIO DE TREINADOR: O último jogo...
Este período foi extremamente positivo, houve momentos de alegria, felicidade, mas sobretudo de grande emoção. Tenho tido a sorte de conseguir ter bons grupos de trabalho e este não foi excepção. Dessa forma, é muito complicado quando nos apercebemos que nos temos de “separar” destes amigos, é isso que são os meus atletas, amigos.
O último torneio que fomos foi muito bom, mas para contar ninguém melhor que os miúdos.
“Partimos de autocarro às 10:30 de dia 26 de Junho. Foi uma viagem muito divertida porque vimos filmes, jogámos psp e ouvimos música. Parámos por volta das 13:00 para almoçar numa estação de serviço, ficámos sentados numas mesas de campismo e depois alguns foram comprar gelados. De seguida recomeçámos a viagem.
Chegámos ao hotel, perto das 15:30. Era um hotel muito bom. Fomos todos para um dos quartos para fazer a divisão por grupos pelos quartos e para definirmos as regras que tínhamos de cumprir. Cada grupo foi para os seus quartos, 101, 201,301,401,501, 504.
Às 17horas partimos para o estádio onde decorria o torneio, era um campo muito bom. Levantámos as senhas do jantar e fomos para o local onde serviam as refeições, a comida estava muito boa.
A primeira equipa a jogar foram os “Escolas B”, às 21:15, contra uma equipa espanhola chamada Deportivo Ciudad, jogaram muito bem e venceram por 8-0. Os “Escolas A” jogaram às 21:45 contra o SL Benfica e infelizmente perderam por 6-1 mas jogaram bem. Nos dois jogos apoiámos muito as equipas junto da nossa grande claque.
À meia-noite fomos para o hotel, estávamos cansados e, depois de os treinadores terem passado por todos os quartos, fomos dormir.
No dia seguinte acordámos cedo e fomos tomar o pequeno-almoço. A seguir quarto 501 como tinha um plasma organizou um torneio de playstation.
Ao meio dia, fomos de novo para o estádio levantar novamente as senhas para irmos almoçar. Depois fomos ao museu do papel e aprendemos como se faz o papel, também fomos ao zoo de aves onde estivemos com uma arara que “abanava o capacete” connosco. A seguir regressámos para o jantar.
Os “Escolas B” jogaram às 20:45 contra a equipa da casa, foi um jogo difícil mas mais uma vez jogaram muito bem e ganharam por 1-0 e assim iam à final. Os “escolas A” jogaram contra o União de Leiria e ganharam por 2-0, foi um grande jogo.
Tal como ontem chegámos tarde ao hotel, desta vez ficámos algum tempo acordados, os misters passaram por todos os quartos e ficaram um bocado em cada um a conversar e a rir.
No último dia tivemos de acordar mais cedo, desta vez jogávamos de manha, os “Escolas A” jogaram às 09:45 contra o Maravillas de Espanha e ganharam por 3-1. Os “Escolas B” jogaram a final contra o Calasanz de Espanha e apesar de jogarem muito melhor não conseguiram marcar e foram a penalties, ai eles tiveram mais sorte e ganharam por 6-5.
Hoje foi o último jogo que fizemos juntos e o mister comoveu-se quando falou connosco.
Gostámos muito deste torneio, foi muito divertido.”
Pois é, foi o meu último jogo com este grupo fantástico, são uns miúdos incríveis e que terão aqui um amigo para sempre. Dei tudo o que podia e sabia para ajudar a evolução destes jovens, tanto como atletas quer como pessoas. Grande época! A todos eles o meu OBRIGADO!








